Oizinho! Que saudade de vocês!
Aqui estamos nós, pensando no futuro e principalmente agindo (tenho tantas novidades, mas farei um pouco de suspense, nas próximas mensagens contarei).
Hoje recebi um e-mail, em que tive grande identificação e um momento de reflexão valioso, as palavras do Carlos Hugueney, conseguiram expressar tudo que estou sentindo e como vocês são meus cúmplices de vida, vou deixar aqui o texto para vocês darem uma piradinha tb!
Se você não fechar portas antigas de hoje, portas da modernidade do amanhã não se abrirão. Por muitas vezes ao invés de ficar esperando a Lei natural das coisas você tem de dar uma forcinha e acelerar o processo com bravura, dignidade e mente conscia e você mesmo fechar uma porta, encerrar um ciclo, terminar uma temporada. Afinal de contas não estamos aqui para ficar nos lamentando da mesmice das coisas. Estamos aqui para descobrir novos azuis naquele mesmo azul do oceano; novos rosas nas rosas; novos amarelos, laranjas e vermelhos no calor do sol.
Sem arrependimentos. Sem ressentimentos. Sem mágoas. Mas com o gosto de dever cumprido pois enqüanto tudo lhe dava prazer e satisfação apenas vivia sem refletir. Não é porque fecha-se um ciclo que vamos apagar de nossa memória o que passou - até porque somos capazes de analisar e curtir as vitórias de nossa história - o passado. Vivenciar, trabalhar e amar o hoje, o presente precioso. E ficar na ansiedade, na esperança, no otimismo, na positividade do amanhã misterioso que nos aguarda. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, que não se encanta com triunfos e nem foge de sua mortalidade. Agora, quero só agradecer tudo e todos que fizeram parte de minha história de ontem e de hoje - fatos e personagens inesquecíveis - bons e ruins - mas inevitáveis de ser esquecer pois são história. Carlos Hugueney Bisneto.
Aqui está, resumidamente, a matéria que saiu na revista Vip deste mês. Foi super legal, tratamento de Diva.
 Abro a porta e lá está ela: a deusa. A lingerie é preta, depois, rosa. O cabelo é loiro. Os olhos, azuis. E a boca... Olhe você mesmo: fazendo biquinho. Aos 27 anos, Sheila Mello já foi a Sheila loira do Tchan, já foi a moça dos 99 centímetros de quadril, já foi a dançarina de axé. Não se arrepende de nada. "Já fui frentista de posto de gasolina, balconista do McDonald's... Tenho muito orgulho da minha história no Tchan e, agora, de ter tido essa coragem e começar do zero." O renascimento veio em palcos mais calmos. "Estou feliz por ter encontrado no teatro a mesma paixão que eu tinha pela dança". Já esteve em duas peças, gravou um longa e um curta. " Você é perfeita? "Imagina! Estou é cheia de manchas roxas, das aplicações contra varizes..." Além de intocável, a deusa é simples. A vida, surpreendentemente agitada, é analisada com candura. "Tive de me encaixar nas circunstâncias que apareciam. Nunca me imaginei sendo uma pessoa tão famosa. O Tchan não foi planejado. Simplesmente abriu uma vaga e eu entrei." Olho para o lado. Descalça, ela rói as unhas da mão, vício característico de uma mortal. Entretanto, não há dúvidas. Os pés podem tocar o chão, mas estou diante de uma deusa.
Escrito
por
Sheila Mello
às
14:03
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